Ricardo Sousa defende que a prioridade para Paredes devem ser as pessoas

Publicado em Publicado por: O Paredense

O candidato do PSD à câmara de Paredes, Ricardo Sousa, assegurou hoje que o seu programa eleitoral terá sempre primeiro as pessoas, dando especial atenção à educação, habitação e às questões sociais.

“Temos um concelho que é da primeira divisão a nível nacional e que merece estar lá em cima atendendo à população que tem. Somos o 27.º concelho maior do país e temos de dar às pessoas que aqui vivem a dignidade que merecem”, afirmou Ricardo Sousa, durante o discurso de apresentação das linhas mestras da sua candidatura.

No Parque José Guilherme, em Paredes, estiveram várias figuras ligadas ao partido, entre eles o ex-presidente da câmara, Celso Ferreira, o ex-presidente da Assembleia Municipal e ex-presidente de câmara, Granja da Fonseca, os vereadores Hermínia Moreira e Filipe Carneiro, o deputado municipal Manuel Gomes e alguns presidentes de junta do PSD.

Para melhorar a qualidade de vida das pessoas, o candidato do PSD disse ser fundamental apostar nas valências em que a câmara pode intervir, reforçando o apoio nas escolas e aos mais jovens, incluindo nas atividades extracurriculares. “Se os jovens estiverem mais preparados com toda a certeza que amanhã o nosso concelho será melhor”, frisou.

Ricardo Sousa defendeu ainda que o município deve criar condições para as famílias viverem melhor no concelho, apoiando não só as famílias mais carenciadas como os mais jovens para que se consigam fixar no concelho.

“Temos de lhes dar melhor educação, criar habitação que estes consigam manter e criar as condições para que consigam encontrar empregos”.

Por outro lado, o candidato sublinhou que no contexto atual da pandemia deviam ter sido canalizadas mais verbas do Orçamento Municipal para apoiar as famílias e as empresas. “Não podemos ignorar as pessoas. As nossas micro, pequenas e médias empresas e os profissionais liberais estão a definhar e qual foi o investimento que Alexandre Almeida fez durante os últimos dois anos para ajudar estas pessoas? A obrigação da câmara é estar ao lado de qualquer pessoa que esteja a passar mal. Sem as pessoas o concelho será mais fraco”, atirou o candidato, defendendo que durante quatro anos o executivo de Alexandre Almeida teve cerca de 200 milhões de eurospara resolver os problemas do concelho e nada fez.

“Regredimos décadas em três anos e meio e se esta mentalidade continuar Paredes vai diluir-se. Queremos um concelho que seja vanguardista e esteja na linha da frente do nosso país e que seja uma referência no distrito do Porto”.

Comunidade cigana e resgate da concessão da água e saneamento

Questionado pelos jornalistas sobre qual a sua posição relativamente ao projeto de realojamento da comunidade cigana, Ricardo Sousa defendeu que o valor base atribuído ao projeto daria para construir 50 habitações e não 26 como está previsto. “Quase nenhum paredense acredita que cada casa custará 150 mil euros. Isto é quase uma utopia. Mas Alexandre Almeida conseguiu ter habitação social mais cara do que as casas no mercado corrente”.

Quanto ao resgate da concessão de água e saneamento anunciado pela autarquia o candidato do PSD voltou a defender que a câmara devia ter optado pela denuncia do contrato porque a Be Water não estava a cumprir com os investimentos, mas optou por fazer tudo ao contrário e desonerar a empresa desses compromissos.

Ricardo Sousa defendeu ainda que a solução apresentada pelo executivo de Alexandre Almeida pode vir a ser o Novo Banco do concelho de Paredes, comprometendo o futuro do concelho.