Resgate da concessão de água e saneamento volta a gerar discussão na Assembleia Municipal

Publicado em Publicado por: O Paredense

O resgate da concessão de água e saneamento à Be Water – Águas de Paredes e criação dos serviços municipalizados voltou a gerar discussão na Assembleia Municipal, realizada a 30 de abril, onde foi apresentado para conhecimento o parecer negativo da Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos (ERSAR).

O primeiro a falar sobre o tema foi o presidente da junta da Sobreira. “Finalmente a freguesia da Sobreira vai ter uma rede de drenagem de águas residuais. É um anúncio que chega com vários anos de atraso, mas chegou porque os paredenses quiseram a mudança no governo municipal”, frisou João Gonçalves, sublinhando que a deliberação de dezembro de 2020da AM que autorizou a câmara a resgatar a concessãoterá “um grande impacto na vida de todos os paredenses.”

Mais à frente, Belmiro Sousa, presidente da junta de Recarei, garantiu que “a freguesia tem investido muito na água e foi barrada pelo mau negócio que o PSD fez ao vender uma coisa que não lhe pertencia”.

O presidente da junta de Louredo, José Borges, defendeu a necessidade de avançar com o processo para resolver definitivamente o problema, garantindo que “neste momento há um projeto de turismo de habitação em Louredo que não pode entrar em funcionamento porque não tem condições de abastecimento de água e saneamento”.

Já Paulo Ranito, presidente da junta de Gandra, questionou a câmara sobre a integração dos subsistemas na concessão. “O parecer da ERSAR refere que está prevista a integração dos subsistemas. O município reconheceu o mérito dos subsistemas, atribuindo-lhes a medalha de ouro, e queria saber se houve alguma mudança de posição”, questionou o autarca, frisando que também o estudo complementar realizado pela Taminno prevê que a “integração dos subsistemas”.

A notícia completa na edição em papel de 6 de maio de 2021 ou na edição online.