PS/Porto quer uma “vitória clara sobre a direita” nas eleições europeias e legislativas

Publicado em Publicado por: O Paredense

O presidente da Federação Distrital do Porto do PS, Manuel Pizarro assumiu, em Paredes, que a meta do PS/Porto para as eleições europeias e legislativas do próximo ano é uma vitória clara contra a direita.

Manuel Pizarro discursava no XVIII Congresso da Federação Distrital do Porto do PS, que reuniu em Lordelo, Paredes, cerca de 1000 militantes e dirigentes socialistas, reafirmando que que esta é a altura para construir uma agenda política com vista ao desenvolvimento, progresso e à coesão social e territorial do distrito.

Durante o discurso proferido na sessão de abertura do XVIII Congresso da Federação Distrital, Manuel Pizarro traçou também um cenário do distrito e do país, que “estão hoje melhores e diferentes graças ao PS e ao governo, mas também ao esforço de todos os socialistas em cada freguesia e distrito do país”.

Pizarro lembrou a “enorme vitória” que o partido teve nas últimas eleições autárquicas, mas assumiu que o tempo agora é de preparar o futuro. “Temos uma gigantesca responsabilidade perante o país. Sabemos bem o que representa a redução do desemprego e a criação de emprego. Sabemos bem o quão importante é o equilíbrio das contas públicas e diminuir a dívida pública. Mas há uma coisa que é transcendente na ação política do atual governo e que é central para a vida democrática do país: é que com o governo do PS está a recuperar-se a esperança dos portugueses na democracia”, afirmou o socialista, defendendo que este é um elemento essencial para recuperação do país.

Na sessão de abertura do congresso, o presidente da câmara Alexandre Almeida garantiu que o concelho de Paredes, com cerca de 80 mil habitantes, tem “realidades socio económicas e sócio culturais muito desafiantes”, uma percentagem de jovens superior à média da Área Metropolitana do Porto e do país e um índice de envelhecimento positivo que contrasta com as médias nacionais e metropolitanas, que são significativamente negativas.

Quando assumiu os destinos do município, em outubro passado, Alexandre Almeida encontrou uma câmara “muito desorganizada e sem rumo”, governada durante 40 anos pela direita, “que deixou provas de que os princípios do neoliberalismo e as megalomanias pessoais quando juntas são desastrosas para os cidadãos e para os territórios”, sustentou o autarca.

Santos Silva destacou a confiança da Europa e dos portugueses no governo do PS

O secretário-geral do PS e primeiro-ministro António Costa não conseguiu discursar na sessão de abertura do congresso, mas a substituí-lo esteve o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, que falou já na reta final do congresso.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros salientou o trabalho do Governo na concretização de uma nova política económica para o país, estabilizando o sistema bancário, apostando na procura interna e no aumento do rendimento das pessoas e na abertura do país ao mercado externo. Além disso, conseguiu cumprir com as suas promessas, nomeadamente a de encontrar uma solução política estável de governação para o país.

Por isso, “não são só os portugueses que confiam no governo do PS, mas também a Europa, porque viu que com uma outra política era possível cumprir os objetivos”.

 

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