Paredes e a Primeira República: Os «Adesivos»

Publicado em Publicado por: O Paredense
José Augusto de Magalhães

José Augusto de Magalhães

«Porque se fez, tão apressadamente, republicano o Simões? – Ora, não sabes! –  … – Porque tem estômago e a mesa que agora vê posta é a da República!»

Após a triunfante revolução republicana, alguns dos que haviam sido monárquicos por convicção, ou que tinham ocupado cargos político-administrativos durante a monarquia, decidiram «converter-se» ao regime recém-implantado. Uns fizeram-no de forma militante, juntando-se às fileiras do Partido Republicano Português (PRP) ou a alguma das suas fragmentações partidárias. Outros, que já se haviam sentado nas cadeiras da gestão pública antes de 1910, voltariam a exercer funções políticas depois do 5 de Outubro. A uns e outros, e de forma evidentemente jocosa ou depreciativa, os «históricos» republicanos apelidaram de «adesivos», ou ao seu conjunto, a «adesivagem».

Texto escrito por Ivo Rafael Silva

 

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