Paredes e a Primeira República: A Toponímia

Publicado em Publicado por: O Paredense
António de Serpa Pimentel - «O Serpa»

António de Serpa Pimentel – «O Serpa»

«Com a implantação da república, a atribuição toponímica conhece novos critérios ou tendências. Os nomes dos «heróis» republicanos, as datas mais significativas do regime, as referências históricas nacionais ou mesmo locais, vão substituir as menções a personalidades fortemente associadas ao passado monárquico.»

Ao longo da História mais recente ou dita «contemporânea», os mais relevantes acontecimentos sociais e políticos do país acabaram por se reflectir, de forma significativa, nas opções toponímicas tomadas a nível nacional e local. O estudo das escolhas para os nomes das ruas, praças ou avenidas, sobretudo das da vila e sede político-administrativa do concelho de Paredes, dão-nos interessantes indicações acerca do passado recente da localidade.

Durante o período do bipartidarismo monárquico, ou seja, ante a divisão e concentração políticas em torno de «progressistas» e «regeneradores», o concelho de Paredes fora predominantemente «regenerador». Bastará recordar que era membro deste partido o conselheiro José Guilherme Pacheco, o mais influente e destacado político da História local.

 

Texto escrito por Ivo Rafael Silva

Leia o artigo completo na edição em papel de 30 de novembro de 2017 ou subscreva a edição online.

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