Paredes e a Primeira República: A Imprensa Local (II)

Publicado em Publicado por: O Paredense
P.e Silva Gonçalves, pároco de Vandoma, director-proprietário do jornal «Defesa»

P.e Silva Gonçalves, pároco de Vandoma, director-proprietário do jornal «Defesa»

«Pelo meio, há acusações de ‘jesuitismo’, sendo o jornal e os seus responsáveis inquiridos ou abordados por pessoas que ‘de olhos esbugalhados, aparvalhadamente’ os inquiriam sobre se eram jesuítas ou não. A resposta da Defesa foi dada nestes termos: “Olhem, irmãos: se ser jesuíta é crer em Deus, observar os mandamentos do Decálogo e os preceitos da Igreja, nós somos jesuítas. Se é outra coisa, não somos”.»

Com a Implantação da República, a Defesa entra de forma notória num período de evidente instabilidade, tanto interna como externamente. Desde a primeira até à edição de 30 de Outubro de 1910, inclusive, a propriedade, administração e edição do jornal pertenceu a Marcolino Dias de Castro. A edição nº14, de 6 de Novembro, surge dirigida e administrada pelo P.e Francisco da Cunha Lima, pároco de Castelões de Cepeda, e editada pelo P.e João Mateus, pároco de Vilela.

Texto escrito por Ivo Rafael Silva

 

Leia o artigo completo na versão em papel de 1 de novembro de 2018 ou subscreva a edição online.

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