Padre Rafael: “Quero ser o pároco que estas comunidades merecem!”

Publicado em Publicado por: O Paredense

Depois da nomeação de Vitorino Soares como Bispo Auxiliar do Porto, coube a Arlindo Rafael, pároco natural do Marco de Canaveses, a missão de liderar as paróquias de Castelões de Cepeda e da Madalena, em Paredes. Em entrevista ao nosso jornal, o padre fala da adaptação e da comunidade e dos desafios que terá pela frente.

– Quem é o Padre Arlindo Rafael?

Neste momento sou apenas e só o pároco da Paróquia de Santa Maria Madalena e da Paroquia do Divino Salvador de Castelões de Cepeda.

– Conte-nos um pouco do seu percurso de vida…

Resumindo: nasci na freguesia (agora Vila) de Alpendorada e Matos, Concelho de Marco de Canaveses. Ainda pequenino fui para São Lourenço do Douro, também Marco de Canaveses, onde fui batizado a 26 de novembro de 1975.

No Ano de 1988 entrei no Seminário do Bom Pastor, em Ermesinde. Aí vivi e estudei desde o 7º Ano até ao 1º Ano Faculdade de Teologia da Universidade Católica do Porto. Despois, no Seminário Maior do Porto completei a minha formação académica e aprofundei as opções da minha vida num continuo discernimento vocacional. No dia 8 de dezembro do Ano 2000 fui Ordenado Diácono. E em 8 de julho de 2001 fui Ordenado Padre para esta Diocese do Porto.

No dia 2 de fevereiro de 2001, ainda Diácono, fui nomeado pelo Sr. Dom Armindo Lopes Coelho para as Paróquias de Santa Eulália de Pedorido, São João Batista da Raiva e Santo António da Lomba. E em 5 e 6 de outubro de 2019, por nomeação do Sr. Dom Manuel Linda, entrei nas Paroquias de Santa Maria Madalena e Divino Salvador de Castelões de Cepeda. E aqui estou!

– Como tem sido a adaptação?

A palavra ‘adaptar’ só por si já diz e explica tudo. Porque para quem chega de novo encontra sempre pessoas, situações e realidades novas. Não que sejam ‘uma novidade nunca vista ou vivida’, mas porque ninguém é igual a ninguém, nem as Paróquias são iguais, e muito menos as pessoas. Por isso, a adaptação de um padre a uma Paróquia, (e a minha não é nem pretende ser diferente), é um processo longo, se calhar um processo nunca acabado… O Padre ‘molda-se à Paróquia e a Paróquia ao Padre: e é nesta mútua adaptação que todos podemos crescer como comunidade cristã.

 

A entrevista completa na edição em papel de 12 de dezembro de 2019 ou na edição digital.

Share This: