“O MUSEU A LORD concentra toda a história da instituição”

Publicado em Publicado por: O Paredense
Para Francisco Leal este museu será o primeiro passo para toda a história digital da instituição

Para Francisco Leal este museu será o primeiro passo para toda a história digital da instituição

É o novo espaço cultural de referência na cidade de Lordelo e pertence à Cooperativa A LORD. Nasceu entre os edifícios da Rua

Projeto custou 500 mil euros e é da autoria do arquiteto Nuno Oliveira

Projeto custou 500 mil euros e é da autoria do arquiteto Nuno Oliveira

José Manuel Ribeiro da Silva, bem no centro da freguesia, num prédio que foi a primeira casa da Cooperativa e que chegou a ser a sede dos Bombeiros Voluntários de Lordelo.

A Cooperativa A LORD resolveu adquirir novamente o edifício e voltou a dar-lhe vida. Assim nasceu o Museu A LORD, um espaço dinâmico e interativo que reúne toda a história da Cooperativa Elétrica e da Fundação A LORD e que acolhe também uma biblioteca, dois postos de acesso à internet, um espaço destinado às crianças e uma sala polivalente para conferências, apresentações de livros e ateliers.

Para além das mesas interativas que contam através de imagens, vídeos e até documentos a história da instituição, o Museu A LORD retrata também o mundo da eletricidade em Portugal.

Espaço foi inaugurado no dia 21 maio pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva

  Espaço foi inaugurado no dia 21 maio pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva

O projeto é da autoria de Nuno Oliveira, arquiteto com raízes na cidade de  Lordelo, e será o novo polo de desenvolvimento das atividades da Fundação  A  LORD, garante Francisco Leal, em entrevista ao nosso jornal após a  inauguração.

O Museu A LORD foi inaugurado no dia 21 de Maio, precisamente  o mês em que a Cooperativa A LORD comemorou 83 anos de vida.  A data é simbólica tendo em conta que o museu reúne toda a  história de vida da instituição?

O Museu é onde se concentra toda a história da Cooperativa e o próprio  edifício é também o retomar da sua história, porque foi a primeira sede oficial da Cooperativa.

Não podíamos deixar que aquele pedaço da nossa história se perdesse nem que fosse um particular a ficar com o que é da Cooperativa e da cidade de Lordelo.

Este Museu será o primeiro passo para fazermos toda a nossa história digital, para dar a conhecer aos associados e à população a história da Cooperativa e da Fundação A LORD e todo o funcionamento da rede elétrica, dos operadores de rede e de mercado, como funciona a eletricidade, etc.

 Quando avançou com o projeto o Conselho de Administração da Cooperativa desejava honrar num só espaço toda a história da instituição?

Se não conhecermos o passado não conseguimos preparar o nosso futuro. A Cooperativa sempre se preocupou com o passado e a história da instituição e da cidade de Lordelo. Todos os anos temos lançado um livro sobre a História de Lordelo, já fizemos sobre o Mercado e a Torre dos Mouros e também sobre a própria Cooperativa porque, na verdade, se não formos registando as datas e os momentos eles acabarão por se perder com o tempo.

Este Museu foi pensado neste sentido, de recuperar a história, mas também para criar novas formas de cativar as pessoas. As atividades da biblioteca estão essencialmente direcionadas para os jovens e a internet e as novas tecnologias tinham de fazer parte deste projeto. E por isso é que este Museu reúne toda a história da Cooperativa e da Fundação e do funcionamento da rede elétrica em formato digital, em duas mesas interativas, e permite aos jovens consultar livros no espaço da biblioteca, aceder à internet, estudar e fazer os seus trabalhos escolares.

Não queremos que este espaço seja só uma Biblioteca ou um Museu parado, mas sim um ponto de encontro para todos.

 

 

Leia a entrevista completa na edição em papel de 2 de junho de 2016 ou subscreva a edição online.

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