João Barbosa: “Foi uma vitória mais que justa”

Publicado em Publicado por: O Paredense
Filipe Albuquerque, João Barbosa e Christian Fittipaldi

Filipe Albuquerque, João Barbosa e Christian Fittipaldi

João Barbosa voltou a fazer história no automobilismo português, ao conseguir a sua terceira vitória nas 24 Horas de Daytona. O piloto, de 42 anos, assume agora que gostava de ganhar pela terceira vez o campeonato. 

 

Qual a sensação de vencer, pela terceira vez, as míticas 24 horas de Daytona?

A sensação é ótima. Vencer uma vez as 24H de Daytona não é fácil, três muito menos. É também uma sensação de trabalho bem feito. A preparação para esta corrida começou no dia seguinte à última corrida de 2017. E foi bom ver esse trabalho premiado com mais uma vitória.

 

João Barbosa, Filipe Albuquerque e Christian Fittipaldi

João Barbosa, Filipe Albuquerque e Christian Fittipaldi

Se estivéssemos a falar de futebol, seria como dizer que venceu pela terceira vez a Liga dos Campeões?

Talvez…Não percebo muito de futebol! Ganhamos a corrida de endurance mais importante dos EUA e uma das mais importantes do mundo!

Com os problemas de sobreaquecimento do motor, chegaram a temer pelo resultado final?

Sim, houve momentos em que parecia já não haver esperança, para logo depois acreditarmos que era possível. Toda a conversa entre os engenheiros e os preparadores do motor foi muito intensa até ao cortar da meta.

 

Foram líderes durante quase toda a prova. A vitória acabou por ser justa?

Foi uma vitória mais que justa! Não só porque fomos o carro que liderou mais voltas, mas sobretudo depois de nos terem “roubado” a vitória no ano passado.

João Barbosa com um grupo de fãs portugueses

João Barbosa com um grupo de fãs portugueses

Tem recebido muitas mensagens de Portugal? E de Paredes?

Recebi muitas mensagens de todos os lados. Ainda não consegui responder a todos e ver todas as mensagens, mas é bom sentir que temos um grande apoio.

Que recordações guarda de Paredes?

Tenho tios e tias em Rebordosa e as melhores recordações desta terra. Ao domingo íamos almoçar a casa da minha avó e era ali que a família se juntava toda. Com 13 primos, aqueles almoços eram sempre uma grande festa.

 

 

Leia a entrevista completa na edição em papel de 8 de fevereiro de 2018 ou subscreva a edição online.

 

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