IMI divide PSD e PS na aprovação do Orçamento para 2017

Publicado em Publicado por: O Paredense
Orçamento para 2017 foi discutido na reunião de câmara, na última quarta-feira.

Orçamento para 2017 foi discutido na reunião de câmara, na última quarta-feira.

Os vereadores do PS votaram contra o Orçamento da Câmara para 2017, na reunião do executivo realizada esta quarta-feira. Os socialistas voltaram a criticar a inclusão de verbas fictícias no orçamento, a falta de preocupação com as escolas e.b 2/3 degradadas e a fixação da taxa de IMI nos 0,4%.

O tema do IMI foi aliás o que mais separou as posições dos dois partidos. No orçamento da câmara para 2017 o PSD propõe que a taxa de IMI seja fixada em 0,4%, mas o PS reclama que a taxa seja reduzida para o mínimo de 0,3%.

 “Perante a análise deste orçamento temos a clara perceção que é possível reduzir o IMI para a taxa mínima de 0,3%”, sustentaram os socialistas na reunião, explicando que o último documento de monitorização da implementação das medidas do PAEL, que data de 30 de junho de 2016, mostra que a única rubrica que está acima do previsto é a da receita de IMI. “A meio do ano a câmara já tinha arrecadado mais de 50% da receita que estimava receber com o IMI em 2016. E convém referir que a meio do ano os paredenses ainda só tinham pago a prestação do mês de abril”.

Em resposta às críticas do Partido Socialista o presidente da câmara de Paredes defendeu que “este orçamento é um orçamento que permite terminar um ciclo político e um mandato de 4 anos”. “O que vos incomoda é que a população do concelho de Paredes vai ficar agradecida pelo exercício deste mandato. O que vos dói é que estamos a conseguir alcançar os nossos objetivos”.

Em relação ao IMI, Celso Ferreira disse não entender a posição e as críticas do PS, porque a câmara baixou o IMI em 20% ao passo que o Governo socialista agravou o imposto sobre o património, por via do sol e da localização, critérios que já existiam nos métodos de avaliação do IMI.

 

Leia a notícia completa na edição em papel de 22 de setembro de 2016 ou subscreva a edição online.

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