Em reunião de câmara: PS não votou contrato por “falta de informação”

Publicado em Publicado por: O Paredense
Vereadores do PS pediram adiamento da votação, mas Celso Ferreira recusou. (Foto: Arquivo)

Vereadores do PS pediram adiamento da votação, mas Celso Ferreira recusou. (Foto: Arquivo)

O Partido Socialista recusou votar, na última reunião de câmara, realizada no dia 13 de março, uma proposta de contrato de cedência gratuita e de compra e venda e contrato de promessa de cedência gratuita de bem futuro, a ser celebrado entre o município de Paredes e o proprietário Manuel José Matos Lemos de Veiga Gil Carneiro.

Os vereadores do PS queixaram-se da falta de informação sobre o negócio e solicitaram na reunião executivo a retirada do ponto da ordem do dia, para posterior agendamento. Porém, o presidente da câmara de Paredes não quis adiar a votação do assunto e a proposta acabou por ser votada e aprovada só com os votos do PSD, já que os vereadores do PS preferiram não participar na votação.

Socialistas exigiram saber o valor das contrapartidas

Na prática a proposta que foi trazida a votação incide sobre dois contratos, o primeiro envolve a cedência gratuita ao município de dois prédios rústicos na margem direita do rio Ferreira, em Lordelo, para a ampliação do parque urbano. O segundo diz respeito a uma parcela de terreno com cerca de 600 m2 que a câmara promete aceitar gratuitamente.

Em contrapartida, o município autoriza o proprietário a concentrar a construção de edifícios de habitação e comércio em terrenos contíguos ao quartel dos bombeiros de Lordelo, comprometendo-se ainda a liderar um processo de negociação com esta instituição para que a torre dos bombeiros seja demolida.

Depois das explicações dadas por Celso Ferreira, os vereadores do PS voltaram a insistir na necessidade de apresentação de informação técnica detalhada, que permitisse auferir o custo total das obras que serão assumidas pelo município como contrapartida da cedência dos terrenos.

 

Leia a notícia completa na edição em papel de 23 de março de 2017 ou subscreva a edição online.

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