CDS Paredes propõe criação de gabinete de crise e suspensão da cobrança de impostos municipais

Publicado em Publicado por: O Paredense

O CDS Paredes defendeu, esta segunda-feira, a criação de um gabinete de crise multidisciplinar, contemplando bombeiros, forças de segurança, comunidade escolar e meio empresarial, para determinar medidas de âmbito local que protejam os munícipes e prevejam a minimização da propagação do COVID-19.

Em nota de imprensa, a Comissão Política Concelhia do CDS diz que “a situação que Paredes e o país têm vivido nas últimas semanas” exige a adoção de “medidas excecionais, tanto para os problemas de hoje, como para precaver dentro do possível, as consequências para o amanhã”.

Além do gabinete de crise, o CDS-Paredes diz que o executivo municipal deve “suspender a exigibilidade e cobrança de todos os impostos municipais, como a derrama e a participação variável do IRS, e isentar os comerciantes do pagamento da taxa de resíduos sólidos e de publicidade”.

Entre as medidas propostas pelos centristas está também o apoio domiciliário aos idosos que se encontrem de forma voluntária ou não, em quarentena, nomeadamente pela entrega de refeições e medicamentos, mas também limpeza de lixo eventualmente tóxico e a intervenção junto da população e dos empresários do concelho, para que se minimizem os danos provocados pela situação atual.

Na mesma nota, o CDS Paredes defende ainda que “o município deve exercer um papel mais interventivo, e sobretudo, informativo, junto dos paredenses”, informando a população quantos casos de infetados e/ou em observação existentes no concelho e se já realizou o levantamento dos habitantes que nos últimos dias regressaram a Paredes vindos dos principais países infetados da Europa e da Ásia.

“Ao contrário dos outros executivos municipais dos concelhos vizinhos, o executivo de Paredes parece ter desaparecido, nada profere quanto ao Plano de Contingência municipal ou quais as medidas a adotar perante a atual pandemia. Um silêncio “ensurdecedor” sem uma palavra de segurança no presente nem de esperança ou confiança no futuro, sem uma linha em que se possa confiar ou que permita a todos os paredenses sentirem que não foram deixados entregues à sua “sorte””, criticam os centristas.

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