Caló, treinador do Baltar: “A sorte não tem estado do nosso lado”

Publicado em Publicado por: O Paredense
Técnico paredense de 52 anos acredita que a sorte da formação do Baltar vai mudar na viragem do campeonato.

Técnico paredense de 52 anos acredita que a sorte da formação do Baltar vai mudar na viragem do campeonato.

O União Sport Clube de Baltar vai terminar o ano praticamente na cauda da tabela classificativa da 2.ª Divisão – série 3 – da Associação de Futebol do Porto. A equipa orientada por Caló, técnico paredense de 52 anos, tem sido assolada pelos maus resultados, somando nesta primeira volta do campeonato apenas 1 vitória em 10 jogos.

Caló diz que os maus resultados são o reflexo da falta de experiência do plantel, mas que a confiança do grupo não saiu afetada e que os jogadores estão concentrados num regresso em força já no início do novo ano.

O treinador garante que o clube só pode sonhar com a subida de divisão quando tiver as infraestruturas necessárias e a câmara avançar com a construção do novo Complexo Desportivo do clube. A promessa é de que a obra arranque já no próximo ano.

O Baltar entrou mal esta época no campeonato. Como analisa este momento que o clube vive?

Temos um plantel muito jovem e a equipa tem sido prejudicada sobretudo pela falta de experiência, que nestas divisões é um fator muito importante. Só temos uma vitória até agora no campeonato também porque a equipa tem sido muito perdulária.

No último jogo com o Baião viu-se isso mesmo. Fizemos um golo na própria baliza de depois tivemos 4 ou 5 oportunidades para marcar, a poucos metros da baliza, mas não conseguimos. E tem sido assim em todos os jogos.

Esta época o presidente pediu-nos o melhor resultado possível. A equipa tem tentado e estou convencido que no início do ano o grupo vai conseguir entrar em força e recuperar terreno no campeonato.

Acredita que o antepenúltimo lugar do campeonato é penalizador para aquilo que o Baltar tem conseguido fazer nos últimos jogos?

O nosso plantel é muito jovem, mas também tem muita qualidade. A equipa tem muito potencial e jogadores com muito valor, mas a pouca experiência e a falta de sorte empurraram-nos para esta situação. É evidente que tendo em conta a qualidade do plantel podíamos ter feito muito melhor.

 

Leia a entrevista completa na edição em papel de 29 de dezembro de 2016 ou subscreva a edição online.

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