Assembleia Municipal de Paredes aprovou Orçamento para 2020

Publicado em Publicado por: O Paredense
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A Assembleia Municipal de Paredes aprovou ontem à noite os documentos provisionais para o ano de 2020, com 27 votos a favor (PS e CDU), 14 votos contra (PSD e CDS) e três abstenções.

Dos 18 presidentes de junta do concelho, apenas Nuno Serra, de Lordelo, votou contra os documentos. Os autarcas de Gandra, Cristelo, Louredo e Sobrosa, todos eleitos pelo PSD, votaram a favor. Já os presidentes das juntas de Cete e Duas Igrejas optaram pela abstenção.

O orçamento de 61,7 milhões de euros, que Alexandre Almeida apelidou de “orçamento de contenção”, vai ao encontro da recomendação do Tribunal de Contas e apresenta um conjunto de obras programadas com acesso a fundos comunitários.

A proposta de orçamento para o próximo ano contempla a redução da taxa de IMI para 0,33%, o reforço das verbas e das competências transferidas para as juntas de freguesia e um aumento de 20% dos subsídios para corporações de bombeiros e cruz vermelha.

A oposição criticou o executivo não ter ouvido as forças políticas com assento na assembleia municipal. O PSD disse que este é um orçamento verdadeiramente socialista, com mais impostos para os paredenses e com obras adiadas e sem uma estratégia clara para o concelho.

O CDS apontou algumas lacunas ao documento, que não tem qualquer referência ao pólo universitário da CESPU em Paredes e às negociações com a Bewater. Já a CDU disse não acreditar em projetos como o centro de congressos na antiga adega cooperativa e a piscina ao ar livre, mas deu um voto de confiança às obras anunciadas para as freguesias.

A assembleia foi suspensa já perto da uma da manhã, devendo voltar a reunir na próxima terça-feira, 10 dezembro, pelas 21 horas, para votar os restantes 28 pontos da ordem de trabalhos.

Leia a notícia alargada na próxima edição em papel de 12 de dezembro.

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