26 penáltis depois, o Rebordosa segue em frente na taça

Publicado em Publicado por: O Paredense

Foto: arquivo

Texto escrito por Cristina Borges.

Foram precisas 26 grandes penalidades para se decidir o encontro dos oitavos-de-final da Taça AF Porto entre Lixa e Rebordosa. Depois de um empate a uma bola durante o período regulamentar, só nos penáltis foi conhecida a equipa que passou à fase seguinte da prova. O Rebordosa “foi mais feliz” ao converter 13 penáltis contra 12 marcados pelo Lixa.

O equilíbrio da “conversão dos 11 metros” verificou-se também no desempenho durante os 90 minutos por parte de ambos os emblemas.

“A jogar em casa”, os lixenses entraram melhores e inauguraram o marcador logo aos 10 minutos de jogo. Um pontapé de canto esteve na origem do golo de Bruno Santos.

Em vantagem, os homens de Filipe Mesquita motivaram-se e superiorizaram-se na partida. Só por volta dos 20 minutos, os visitantes começaram a “recompor-se” e a “correr atrás do prejuízo”.

Ainda antes do intervalo, os rebordosenses podiam ter chegado ao empate, mas a igualdade no marcador só viria a concretizar-se no segundo tempo. Num total de 27 penáltis em todo o jogo, foi através do “castigo dos 11 metros” que a turma de Paredes fez 1 – 1, por intermédio de Edu.

O Rebordosa “acreditou”, mas não conseguiu materializar as oportunidades criadas. O equilíbrio regressou nos últimos minutos do encontro e levou a decisão para os penáltis. Aí, Luís Barros “virou herói” ao defender uma grande penalidade e a permitir a passagem do Rebordosa aos quartos-de-final da taça.

Na próxima eliminatória, o Rebordosa terá de vencer na receção ao Sp. da Cova para garantir a passagem à meia-final.


No final da partida, Tonanha considerava: “Foi um jogo equilibrado entre duas boas equipas e agradável de seguir. Entrámos a perder e o Lixa esteve melhor nos primeiros minutos. Depois conseguimos superiorizar-nos e merecíamos ter chegado ao intervalo empatados. Marcámos no início da segunda parte e acabámos por levar a decisão ara as grandes penalidades, onde fomos felizes”.

Apesar de terem sido precisos 26 penáltis para decidir a eliminatória, o técnico rebordosense assegura: “Apesar do equilíbrio que houve durante o jogo, a haver um vencedor, pelo maior número de oportunidades que tivemos, acho que seríamos nós”.

Sobre a passagem à fase seguinte, Tonanha garante que “tem um bom e positivo significado, porque é uma prova que queremos vencer”.

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